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Monday, July 9, 2007

Cruzeiro Moita-Vila Franca de Xira-Moita

Em frente a Lisboa»)
Assim que possível, disponibilizarei aqui as restantes fotografias que me foram gentilmente remetidas pelo Centro Náutico Moitense, tiradas este fim-de-semana!...
CLASSIFICAÇÃO:
Primeiro percurso (Moita – Vila Franca de Xira): 1.º Lugar: NINA. Segundo percurso (Vila Franca de Xira – Moita): 1.º Lugar: ESPERANÇA 2.º Lugar: PRINCESA DO TEJO 3.º Lugar: GAVIÃO DOS MARES CLASSIFICAÇÃO FINAL DA REGATA: 1.º lugar: NINA 2.º lugar: ESPERANÇA 3.º lugar: PRINCESA DO TEJO 4.º lugar: GAVIÃO DOS MARES
(Fonte: Centro Náutico Moitense)

(NINA, A GRANDE VENCEDORA)

Sábado, no primeiro dia da regata, o Mar da Palha estava diabólico e desistiram todas as vinte embarcações, à excepção da «NINA», a grande vencedora. PARABÉNS AO SEU PROPRIETÁRIO E ARRAIS, O NOSSO QUERIDO AMIGO E GRANDE SEMEÃO!!!... Domingo, no segundo dia, venceu a «ESPERANÇA», seguida no pódio pela «PRINCESA DO TEJO» e pelo «GAVIÃO DOS MARES», todas propriedade de sócios do Centro Náutico Moitense.

Mas o mais importante de tudo foi, para os membros da Direcção e Associados do Centro Náutico Moitense, os dois dias de GRANDE CONVÍVIO e BOA DISPOSIÇÃO entre todos os participantes e convidados, em especial com o Pedro Ayres de Magalhães, a Teresa Salgueiro e todos os músicos dos Madre de Deus, como poderão constatar pelas fotografias que colocarei assim que me for possível!!!!

Assim, os grandes vencedores foram o ESPÍRITO DESPORTIVO e a ALEGRIA que reinou pelo Tejo!!! E logo neste fim-de-semana, em que não pude ir... MAIS OPORTUNIDADES HAVERÁ, SO HELP US GOD!!!...

Friday, July 6, 2007

O CENTRO NÁUTICO MOITENSE ESTEVE REPRESENTADO NA CERIMÓNIA!...

70.º ANIVERSÁRIO DO “CREOULA”
«No passado dia 10 de Maio comemorou-se com o navio atracado na Doca da Marinha o seu Septuagésimo Aniversário, tendo estado presentes alguns Almirantes e Oficiais de Marinha e diversas entidades civis de que se realçam o Dr. Aníbal Paião, Administrador da empresa “Pascoal e Filhos”, que apoiou a recuperação do “Creoula”, o Capitão Marques da Silva, penúltimo Comandante do “Creoula”, elementos da Aporvela, da Juvemédia e do CENTRO NÁUTICO MOITENSE, Helder Claro, último gerente da Parceria Geral das Pescas (última empresa proprietária do “Creoula”) e Mário Crespo, jornalista da SIC.

A cerimónia, presidida pelo Comandante da Flotilha, CALM Tavares de Almeida, teve início com a guarnição formada no cais onde, perante todos os convidados, foram proferidos discursos pelo Comandante do navio, CFR Silva Ramos, pelo Prof. Pinto Abreu, representante da instituição que iria embarcar em mais uma missão do navio e pelo Prof. Miguel Sequeira, Presidente da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar. Seguidamente, foi descerrada a bordo uma placa comemorativa do evento, tendo o CALM Tavares de Almeida efectuado um discurso alusivo, a que se seguiu um almoço. No final do almoço foram entregues medalhas comemorativas aos antigos Comandantes do Navio, homenageando no nome deles todas as guarnições que cumpriram serviço no Creoula, quer durante as campanhas do bacalhau, quer durante a sua actual missão de Navio de Treino de Mar. A cerimónia terminou com o Bolo de Aniversário, cantando-se os merecidos “Parabéns” ao Navio. Após 70 anos, o “Creoula”, o último bacalhoeiro português e único Navio de Treino de Mar Nacional, continua a representar a ligação viva de um passado da maior importância histórica a um presente de serviço à cultura e à formação da juventude portuguesa, na perpetuação de uma tradição marítima sem igual no mundo. (Colaboração do NTM “Creoula”)» in [Revista da Armada], edição de Julho de 2007, a quem agradecemos a referencia ao Centro Náutico Moitense!...

Mais informações no [Blogue do Creoula] e no [Blogue do Creoula na Imprensa].

Tuesday, July 3, 2007

NESTE FIM-DE-SEMANA...

... Realiza-se a V Regata/Cruzeiro «Moita - Vila Franca de Xira - Moita», nos dias 6, 7 e 8 de Julho de 2007.
  • No 1.º dia, Sexta-feira, será filmada em directo para o programa «Portugal no Coração»!
  • No 2.º dia, Sábado, as embarcações do Tejo iniciam a primeira parte do percurso, da Moita para Vila Franca de Xira. Quem quiser e puder, pernoita lá. Em canoas, em hotéis, em tendas de campismo ou, se aguentar, faz uma directa... Quem não puder, há transporte assegurado de regresso a casa.
  • No 3.º dia, Domingo, as embarcações regressam à Moita. Quem quiser faz apenas partes dos percursos.
Como referi, é um Cruzeiro. Mas como os ilustres proprietários e arrais das embarcações, mal avistam um «adversário», entram logo em competição, transformou-se em Regata para quem quiser.
Mais informações quanto a transportes e alojamento ao longo desta semana. Serão oferecidas bandeiras do Atlântico Azul aos participantes e visitantes. E serão garantidos momentos de grande alegria e convívio, misturados com alegres apontamentos musicais!
Para eles: NÃO SEJA CAIPIRA! VENHA CONNOSCO ATÉ VILA FRANCA DE XIRA!
Para elas: SEJA AFOITA!! VENHA TER CONNOSCO À MOITA!...

Monday, June 25, 2007

«SANTA MARIA MANUELA»

EIS OITO FANTÁSTICAS FOTOGRAFIAS DO «SANTA MARIA MANUELA», IRMÃO-GÉMEO DO «CREOULA»,QUE ENCONTREI NO BLOGUE [PESCADA N.º 5]:

E NÃO SE ESQUEÇAM DE VER OUTRAS TANTAS FANTÁSTICAS FOTOGRAFIAS E DOCUMENTAÇÃO NOS BLOGUES DO [CREOULA] E DO [CREOULA NA IMPRENSA]!!!...

Friday, June 22, 2007

MAIS UM BLOGUE AMANTE DO TEJO: O «VOLARE»!!!

(Fotografia retirada do blogue[Volare])
TUDO AO [VOLARE], UM GRANDE BLOGUE DE ALHANDRA E AMIGO DO CENTRO NÁUTICO MOITENSE!!!

Wednesday, June 20, 2007

O ATLÂNTICO AZUL NO TEJO

(Fotografia gentilmente remetida por Pereira de Oliveira)

Thursday, June 14, 2007

CELEBRAR O MAR

«O mar é um elemento decisivo da construção de Portugal e da afirmação consciente do ser português. Foi do mar que brotou a alma colectiva que edificou a nossa Pátria, com a convicção íntima de si própria, e o seu carácter vincadamente diferenciado. É o mar que nos permitirá manter um conceito de vida português, distinto, por exemplo, de outros povos amigos com quem partilhamos o projecto político de formação de uma nova Europa. Todavia, vivemos num estado de insensibilidade colectiva relativamente ao mar! Por isso, é tão débil a noção de que o mar confere ao país uma capacidade de afirmação internacional muito maior do que aquela que decorre da dimensão física do seu território. Por isso, são tão desvalorizadas as ameaças à segurança nacional que, através do mar, encontram um mais fácil acesso. Por isso, se tira tão pouco partido da função do mar enquanto via de comunicação global de pessoas e bens. Por isso, se continua a poluir o mar, em níveis tão elevados, a exercer uma tremenda pressão urbanística sobre os espaços litorais, e a sobreexplorar os recursos marinhos. É a nossa actual indiferença mental relativamente ao mar, que nos impede de percepcionar convenientemente a sua importância para elevar e robustecer Portugal. Este problema é grave, e a sua solução passa, em primeira instância, por um enriquecimento da cultura marítima dos portugueses, porque só ela permitirá desenvolver os níveis de consciência necessários para se entender o real valor do mar para o nosso país. A cultura marítima, em sentido filosófico, designa a vida intelectual ou o pensamento crítico e reflexivo dos portugueses sobre o mar. Por um lado, compreende o estudo das ciências e das artes ligadas ao mar e, por outro lado, aplica-se à designação de um estado de perfeição intelectual e moral sobre os assuntos do mar, normalmente atingido apenas por algumas elites nacionais. Em sentido sociológico, a cultura marítima traduz o conjunto de estilos, de métodos e de valores materiais que, juntamente com os bens morais relacionados com o mar, foram adoptados pelos portugueses. Neste contexto, abrange quer um acervo de apetrechos e de instrumentos marítimos, quer um conjunto de hábitos corporais ou mentais marítimos, que servem directamente para a satisfação das necessidades de desenvolvimento e segurança dos portugueses. A contradição aparente entre a natureza psicológica do homem e o facto de que a cultura marítima, em sentido sociológico, transcende o indivíduo, deu origem, entre nós, ao conceito metafísico de mentalidade marítima. Foi este conceito filosófico e artístico, que fez nascer Portugal como pátria de um povo marítimo. No entanto, na actualidade precisa de ser fortalecido, para que, usando o mar, possamos valorizar o que fomos, o que somos e o que queremos ser, e que possamos pensar o mar como elemento fulcral da nossa vida colectiva, em função do qual poderemos conceber e pôr em prática os novos grandes projectos nacionais. Estes, serão assumidos por uma faculdade ou potência interior, em virtude da qual cada português manifestará um desejo, uma intenção, uma pretensão, uma tendência, uma disposição de espírito, ou uma propensão mais ou menos irresistível para a realização de actos de génese marítima. Isto é, cada um de nós determinar-se-á fazer o que lhe compete na óptica do interesse nacional, tendo o mar como referência. Será esta força intangível, vulgarmente designada por vontade marítima nacional e composta por fundamentos espirituais, intelectuais e materiais, que permitirá a mobilização dos portugueses na prossecução daqueles projectos colectivos, garantindo os desempenhos estratégicos que elevarão e robustecerão Portugal. A Marinha, ao celebrar anualmente o mar a 20 de Maio, evoca a data histórica da chegada de Vasco da Gama a Calecute, e procura fortalecer a mentalidade marítima dos portugueses e animar os fundamentos espirituais, intelectuais e materiais da vontade marítima nacional. Para isso, as nossas cerimónias estimulam os sentimentos, as ideias e as tradições do povo relativamente ao mar, partilhando o acervo tão diversificado do Museu de Marinha, do Aquário Vasco da Gama e do Planetário Calouste Gulbenkian. As iniciativas da Comissão Cultural da Marinha, da Academia de Marinha, da Biblioteca Central da Marinha, da Escola Naval, do Instituto Hidrográfico, da Revista da Armada e da Banda da Armada, divulgam as artes e ciências ligadas ao mar e contribuem para o aperfeiçoamento intelectual e moral dos portugueses sobre os assuntos do mar. A presença dos navios, dos fuzileiros e dos mergulhadores, bem como dos vários organismos da Direcção-Geral da Autoridade Marítima e da Polícia Marítima, têm como propósito fundamental evocar a presença de Portugal no mar.

Ao CELEBRAR O MAR, a Marinha festeja um passado que importa preservar e projectar no futuro que se quer construir, abrindo novas oportunidades à Nação. Porém, mais do que um momento de exaltação corporativa, é sempre uma manifestação inequívoca da perfeita e secular simbiose do País com a sua Marinha
In «REVISTA DA ARMADA» (fotografias e texto), edição de Junho de 2007

Wednesday, June 13, 2007

FOTOGRAFIAS DE EUGÉNIO PARA O SLIDESHOW EM CONSTRUÇÃO

NOTÍCIAS DA BERLENGA - TAKE 6

VELEIROS PARTICIPANTES NO XII CRUZEIRO À BERLENGA
(aqui fotografados pelo [Amigo Eugénio])
Organização conjunta [ANC] - Associação Nacional de Cruzeiros, [AVELA] - Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro e [CNN] - Clube Naval da Nazaré
*~*~* Informação em actualização *~*~*
  1. [VÉRONIQUE] - O barco mais lindo do mundo, quiçá de Aveiro, em que se consumiu, de acordo com o comando deste veleiro, «... muitas azeitonas e pães, no Véronique mais de três grades de cerveja, duas garrafas de vinho do Porto, três de Gin, um garrafão de vinho e um quarto de águas. Nos outros barcos foi parecido». Questiono-me acerca do tipo de vinho consumido, respectiva d.o.c. e castas utilizadas.
  2. Rifon
  3. Chemy II
  4. [BLUE MOON] - O barco com o nome mais romântico e musical da flotilha, em que «... os consumos foram moderados, pelas enormes quantidades ingeridas em terra, com o resto da flotilha», de acordo com a informação que nos foi transmitida pelo comando. Consumos de pão e azeitonas, obviamente!!!
  5. [NAGUAL] - O barco mais bonito da frota, quiçá de todo o universo, de acordo com o Comandante Areops, imediatamente seguido pelo n.º 1. Desconhecemos ainda os consumos.
  6. Spirit
  7. Picato
  8. [ERISMATURE] - Consta que terá consumido DUAS sardinhas.
  9. Turquoise
  10. Flyng
  11. Bruma II
  12. Tibariaff II
  13. [CELTA MORGANA] - Aumentar o PIB (produto interno bruto, para os mais distraídos) durante a navegação foi o desafio lançado pelo CELTA MORGANA nesta ida à Berlenga, que contou com uma tripulação de luxo (1 skipper, 1 chefe de manobras, 1 cozinheiro-chefe e 1 delegado sindical embarcado). Deste modo enquanto navegavam, tentaram aumentar as receitas por forma a fazer face às despesas que, cada vez mais, são mais que muitas. Um exemplo a seguir.
  14. Lusito
  15. Ilha do Mussulo - Que nome lindíssimo!...
  16. Liberum
  17. Taaroa
  18. Porto de Aveiro/ Mike Davis
  19. Barco Íris - Nome muito original.
  20. Casca de Nós
  21. Dominó
  22. Kamal II
  23. Koi
  24. Neway
  25. Pardal V
  26. Piranha
  27. Sunrunner
  28. Tuareg - Uhm... Será da Margem Sul?
  29. Valente II
  30. Vira Ventos
  31. Almaran
  32. Bona Vida
  33. Boreas
  34. Callypso
  35. Marboré
  36. OZ Spirit
  37. Rosa dos Ventos
  38. Uforus

Tuesday, June 12, 2007

NOTÍCIAS DA BERLENGA - TAKE 4

FANTÁSTICA FOTOGRAFIA REMETIDA PELA ORGANIZAÇÃO DO XII CRUZEIRO À BERLENGA, COM A BANDEIRA EM TODO O SEU ESPLENDOR!!!...
Já tenho algumas (poucas, mas boas) fotografias do Cruzeiro, gentilmente remetidas pelo Amigo João Veiga. Peço aos demais que me enviem também algumas e que me dêem, à semelhança do ano passado, o rol de consumos (número de sardinhas, pães e azeitonas consumidas, quantidade de cerveja ingerida, número de velejantes, etc., pormenores e factos interessantes, bocas mandadas, etc).

À MEMÓRIA

(Pintura do paquete INFANTE DOM HENRIQUE da autoria do [Mestre Fernando Lemos Gomes] - Original integrante da colecção particular de [Luís Miguel Correia])
«Foram-se os Navios e ficou a memória de uma bela frota desaparecida que não soubemos conservar nem substituir. Faltaram as políticas e os Armadores, os marinheiros foram desaparecendo também na desilusão das rotas do Império perdidas. Quase todos estes navios eram unidades vocacionadas para as ligações com o Ultramar. De todos eles resta o FUNCHAL, graças a um grande Amigo de Portugal e dos navios Portugueses que veio para Lisboa em 1985 quando comprou o navio FUNCHAL em hasta pública à Comissão Liquidatária da CTM. Falo do armador George Petrus Potamianos, que comprou igualmente o INFANTE DOM HENRIQUE em 1986 e o transformou no navio de cruzeiros VASCO DA GAMA. Os quatro paquetes que actualmente compõem a frota da CLASSIC INTERNATIONAL CRUISES de George Potamianos têm todos bandeira Portuguesa e tripulações parcialmente portuguesas. De entre estes navios, destaque para o FUNCHAL, construído em 1961 segundo inspiração do Sr. Vasco Bensaude para a Empresa Insulana. Das memórias passadas, o paquete FUNCHAL é hoje a mais genuína, pois ainda navega orgulhosamente por [LUIS MIGUEL CORREIA]

Monday, June 11, 2007

PARA QUE A CULPA NÃO MORRA SOLTEIRA!...

(Clique na imagem para a ampliar)
ESTOU MESMO MUITO REVOLTADA!...

ESTES POSTAIS SÃO LINDÍSSIMOS - RELÍQUIAS, MESMO - E DEVERIAM ESTAR NA EXPOSIÇÃO DO PORTO DE LISBOA IN MEMORIAM DA CHACINA PROMOVIDA POR ALGUÉM ALGURES NO TEMPO QUE LEVOU AO DESMANTELAMENTO DOS NOSSOS NAVIOS E AO DECLÍNIO DA NOSSA MARINHA MERCANTE!!!!! Da esquerda para a direita e de cima para baixo:

  • N/m AMBOIM (naufragado em Cascais em 1974);
  • Paquetes ANGOLA (desmantelado na Formosa em 1974) ou MOÇAMBIQUE (desmantelado na mesma ilha da China em 1972);
  • Paquete ANGRA DO HEROÍSMO (desmantelado em Espanha em 1974);
  • Cargueiro n/m BENGUELA (durou até ao final da década de setenta);
  • Paquete FUNCHAL de 1961 (é o único destes navios ainda em serviço);
  • N/m GANDA (navegou até à década de 1980);
  • Paquete IMPÉRIO (vendido para sucata em 1974);
  • Paquetes INDIA ou TIMOR (vendidos em 1970 e 1974 para a companhia Guan Guan Shipping de Singapura e acabaram a fazer carreiras entre Singapura e a R.P. da CHINA. O INDIA foi desmantelado em 1977 e o TIMOR em 1984);
  • Paquete INFANTE DOM HENRIQUE (desmantelado na China em 2004, cheio de obras de arte originais portuguesas a bordo, que se perderam).

Mais informações no Blogue [SHIPS & THE SEA].

IN MEMORIAM

Enquanto não produzo o slideshow que o assunto merece, fiquem com algumas das imagens que obtive com o meu telemóvel do FANTÁSTICO FILME que está a ser exibido em sessão contínua das 10h00 às 18h00 (de Terça-feira a Domingo), até 31 de Julho de 2007, na sala anexa à da Exposição de Fotografias na Estação Marítima da Rocha. Recordo que a entrada é livre e gratuita.
Bastante comovente esta imagem do Cais das Colunas...

... E da Rua Augusta, nos anos 60, perto da varanda da Prima Sarah...

... Um dos sobreviventes do «Holocausto» a que o vogal do Centro Náutico Moitense se refere em comentário ao post anterior... «Que linda falua que lá ia, lá ia!... Era uma falua que ia para Belém!...»

Deixo-vos com o comentário do Vogal do Centro Náutico Moitense à mensagem anterior:

«A Administração do Porto de Lisboa, para além do filme que reproduz a vida vibrante do Tejo e que iremos todos ver (...), deveria pedir desculpa pública pelo holocausto de milhares de embarcações do Tejo. A Administração do Porto de Lisboa perseguiu e fez queimar na fogueira do ódio quase todas as embarcações do Tejo. A Administração do Porto de Lisboa, ao exigir que se lhe pague por praias que abandonou, por cais que abandonou, por pontes que abandonou, por docas assoreadas que abandonou, exigiu que pessoas humildes tivessem, a sangrar, que fazer arder ou enterrar vivas no lodo as suas embarcações porque nao podiam pagar, pois os fretes com as pontes tinham acabado... Estamos a ver uma operação de branqueamento em marcha, desta vez não deixaremos... As embarcações que resistiram e as que se constróem têm um rio completamente assoreado e não terão um cais na cidade de Lisboa.

A Administração do Porto de Lisboa tem o sangue e o cheiro de embarcações ardidas e enterradas vivas nas mãos! Nós velejamos neste Sábado da Moita, por Lisboa, pelo Seixal, pelo Barreiro de regresso à Moita... A Administração do Porto de Lisboa abandonou o rio, é um latifundiário ausente, o Tejo foi abandonado pelo seu proprieáario que exige o pagamento a quem lhe dá animação, a quem lhe pode dar a vida que a Administração do Porto de Lisboa lhe tirou nos anos do holocausto e lhe vai completamente tirar porque, em muito pouco tempo, não haverá cais em Lisboa...

Mas vamos todos ver o filme para perceber a dimensão do holocausto... A Rocha do Conde D'Óbidos deveria ser transformada no Museu do Holocausto da embarcações do Tejo para que ninguém se esqueca... VAMOS TODOS VER O FILME PARA NÃO DEIXAR O HOLOCAUSTO PASSAR EM CLARO».

NOTÍCIAS DA BERLENGA - TAKE 3

BERLENGA 2007 - DESTAQUE NA REVISTA «LER»
(Gentilmente remetido pela Organização do XII Cruzeiro Berlenga 2007)

DESTAQUE DESTE FIM-DE-SEMANA

(No filme que vi na Estação Marítima da Rocha, esta fragata não se sentiria tão só...)
No Sábado à noite, o F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O passeio a bordo do «Príncipe Perfeito», em que se lançou a iniciativa «TEJO UNPLUGGED»!... Num dos salões do navio, um quinteto de Chorinho; no outro, um duo de Jazz clássico (saxofone e contrabaixo)! E uma ventosga assinalável... acompanhada de tostas mistas e pregos de chorar por mais!...

No Domingo, o filme E-S-P-E-C-T-A-C-U-L-A-R que pode ser visto em sessões contínuas (no âmbito do Centenário do Porto de Lisboa), de Terça-feira a Domingo, das 10h00 às 18h00, até 31 de Julho de 2007, na Estação Marítima da Rocha, na Rocha do Conde d'Óbidos (entrada livre e gratuita), retratando tempos idos, em meados dos anos 60 e 70, em que o MAR e o TEJO importavam para os Portugueses, com o rio repleto de canoas, varinos, fragatas, faluas, catraios e outras embarcações abastecendo paquetes, cargueiros e outros navios, com cacilheiros e gaivotas e gruas à mistura... De tal forma comovente que não consegui conter as lágrimas ao avistar o «INFANTE DOM HENRIQUE» (o primeiro navio em que naveguei, com dois anos de idade...) a atracar no Cais da Rocha ao lado do «CANBERRA», em Julho de 1964, coincidindo, de acordo com o historiador Luís Miguel Correia, com a primeira visita deste último a Lisboa.

Uma palavra de agradecimento ao Sr. Octávio, funcionário do Porto de Lisboa, que me permitiu ficar na gare marítima até às 19h00... para poder visualizar o filme até ao fim!... Ainda há gente boa!... OBRIGADA SENHOR OCTÁVIO!!! IREI AÍ DE NOVO BREVEMENTE!!!...

Mais informações e fotografias assim que possível.

NOTÍCIAS DA BERLENGA - TAKE 2

Às Berlengas, sob a bandeira do Atlântico Azul
«Já partiu da marina da Figueira da Foz, a frota de veleiros com destino às Berlengas. Este passeio promovido pelo Papiro Yacht Line e pelo Jornal Ler, tem por objectivo juntar vários velejadores num passeio, onde os participantes possam trocar e aperfeiçoar técnicas, apreciando paisagens marítimas únicas.
Porém, a novidade é que este grupo de velejadores irá juntar-se ao XII Cruzeiro à Berlenga, organizado pela AVELA (Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro), um encontro de reconhecimento nacional ao ponto do Centro Náutico Moitense oferecer a todas as embarcações uma bandeira do Atlântico Azul, para que o estandarte, para além de promover a associação, identificará os participantes neste Cruzeiro.
Simbologia da Bandeira
A bandeira que sinaliza as canoas e catraios na Real Regata das Canoas do Tejo e nos passeios e demais iniciativas promovidas pelo Centro Náutico Moitense é a bandeira «Atlântico Azul - Portugueses Somos do Ocidente». Foi concebida e registada pelo Comodoro da Real Regata das Canoas, Senhora Dra. Raquel Sabino Pereira, e representa a grande Descoberta dos Portugueses. Uma descoberta que será lembrada mesmo quando já não existir esta nossa civilização.
Portugal e os Portugueses serão lembrados para sempre por terem descoberto que os Oceanos da Terra estão ligados entre si e são um veículo de união entre toda a Humanidade. Quem o fez foram, no dizer de Camões: «Portugueses, do Ocidente; imos buscando terras do Oriente». Nesta busca fizeram descobrimentos e a Descoberta. A Descoberta do Oceano, união de todos os Oceanos. O Oceano azul, o Oceano dos Portugueses, do azul do fundo desta bandeira encimada pela unidade da esfera armilar e dos castelos e das quinas dos Portugueses.» in [JORNAL REGIONAL]

Friday, June 8, 2007

NOTÍCIAS DA BERLENGA - TAKE 1

Às 12h30, os 42 veleiros participantes no XII Cruzeiro à Berlenga estavam fundeados em frente ao Forte da Berlenga. Efectuaram uma «velejada de alguma categoria», pois só a 3 milhas o vento resolveu aparecer, não se tendo registado enjoos.
Atendendo à minha condição de «verdinveja», o Senhor Engenheiro comprometeu-se a comer a minha sardinha na GRANDE SARDINHADA DE GALA que terá início dentro de momentos. E o Eugénio remeterá fotografias dos veleiros ostentando a bandeira do Atlântico Azul assim que possível. Acompanhe aqui e a par e passo os posteriores desenvolvimentos deste fantástico e emocionante Cruzeiro!...

NO DIA MUNDIAL DOS OCEANOS - MIL AO MAR!!!...

(«MAR E EDUCAÇÃO: DOIS PARCEIROS ESTRATÉGICOS» - Ricardo Diniz e uma das alunas da Escola IBN Mucana, de Alcabideche, na sessão de apresentação da parceria)
O Projecto "made in PORTUGAL" e o velejador Ricardo Diniz anunciaram na passada Quarta-feira de manhã, a bordo do «Príncipe Perfeito», o lançamento do mais recente projecto de educação: «MIL AO MAR» («Mil ao Mar, Mil Crianças, Mil Histórias, Mil Emoções»).
(Ricardo Diniz e Rafael Silva: dois amigos do Atlântico Azul e dois defensores do Mar)
Com o objectivo de estimular os mais jovens a seguirem os seus sonhos e a conhecerem e valorizarem o Mar Português, no âmbito da semana em que se comemora o Dia Mundial dos Oceanos (8 de Junho), Ricardo Diniz, nomeado Embaixador dos Oceanos para a Comissão Europeia no contexto do Livro Verde do MAR, falou desta sua inovadora iniciativa a bordo do veleiro Príncipe Perfeito.
(Os alunos da Escola IBN Mucana de Alcabideche nunca esquecerão este dia tão especial)
Com “MIL AO MAR” serão efectuadas viagens pelo Tejo, destinadas a mil crianças e jovens das escolas do país, cujas idades se situem entre os 8 e os 16 anos. Esta acção vai decorrer entre Junho e Novembro de 2007, envolvendo Ricardo Diniz e o seu Projecto ‘made in PORTUGAL’, numa parceria com a “Veltagus” e o veleiro “Príncipe Perfeito”. Com “Mil ao Mar” pretende-se que cada aluno desenvolva conhecimentos e entusiasmo por Porugal e pelos Oceanos.

(Ricardo Diniz a bordo do Príncipe Perfeito)

Cada Escola definirá o seu próprio critério de selecção de 50 alunos. Como exemplo, poderá ser desenvolvido um trabalho escrito ou de natureza artística ou até mesmo uma acção de limpeza de praias, sendo que competirá aos professores escolherem os alunos mais exemplares, num conceito de «Valores DELI»: DEDICAÇÃO, EMPENHO, LIDERANÇA E INICIATIVA. As viagens no «Príncipe Perfeito» serão gratuitas para os alunos e seus acompanhantes e terão uma duração máxima de quatro horas.

(Um dia serão marinheiros...)

Durante a apresentação desta iniciativa destacamos a presença do Senhor Engenheiro Miguel Sequeira, responsável pela [EMAM] - Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar, Clara Rocha Santos da Associação de Professores de Geografia e, muito em especial, dos alunos da Escola IBN Mucana de Alcabideche que enalteceram a importância de sensibilizar as crianças e os jovens para a necessidade de preservação dos Oceanos.
No âmbito do Projecto ‘made in PORTUGAL” Ricardo Diniz tem partilhado as suas vivências e aventuras de forma original e motivadora, através da realização de palestras, debates e apresentações desenvolvidas em universidades, escolas, empresas e instituições, num leque de acções que têm merecido a atenção dos ‘media’ nacionais e internacionais. Recorde-se que, já este ano, o velejador português foi nomeado Embaixador dos Oceanos na Comissão Europeia, tendo participado em conferências realizadas em Bruxelas e em Bremen. E, em 2006, foi nomeado Cavaleiro da Ordem do Atlântico Azul.

Wednesday, June 6, 2007

XII Cruzeiro à Berlenga - Agradecimento da Organização

A organização do Cruzeiro (AVELA - Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro, ANC - Associação Nacional de Cruzeiros e CNN - Clube Naval da Nazaré), na pessoa do nosso Amigo [João Veiga], agradece a gentileza do [Centro Náutico Moitense], a quem entregará brevemente uma lembrança, simbolizando a união que o presente Cruzeiro possibilitou consagrar entre as quatro associações náuticas, através do Tejo e do Atlântico, desta forma contribuindo para o estreitar das relações entre velejadores da Moita, de Aveiro, de Nazaré e de Lisboa.
O XII Cruzeiro à Berlenga começa já amanhã. Deixo-vos com o Poster Oficial, concebido por [Júlio Quirino], que também participará.